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Série da Locaweb faz sucesso na rede

domingo, 20 de julho de 2008

Seriado de 16 episódios semanais criado nos moldes de branded content recebeu mais de 140 mil acessos e é o segundo vídeo mais acessado do mês do You Tube, na categoria Comédia

Por Meio & Mensagem em: 17/07/2008 – 17:44

Uma campanha criada pela GNova para a Locaweb, empresa brasileira de serviços de internet, vem fazendo sucesso na rede. Apenas um dos episódios de série criada para o anunciante recebeu mais de 140 mil acessos e se tornou o segundo vídeo mais assistido do mês no You Tube na categoria Comédia. O episódio perde apenas para o vídeo “Solange, a Gaga de Ilhéus”, que recebeu mais de 290 mil acessos – assista aqui. Para base de comparação, anúncios convencionais recebem uma média de 20 a 25 mil acessos mensais.

O seriado, uma proposta de branded entertainment, que associa conteúdo à promoção de marca, retrata o dia-a-dia de uma empresa, a Zen %. Entre os personagens, há um chefe egocêntrico, um funcionário tímido e um vendedor marxista. A campanha contempla anúncios impressos e filmes para TV e cinema que remetem ao site da série, que é exibida exclusivamente pela web e conta com 16 episódios semanais.

A série foi idealizada por Zuza Tupinambá, diretor de criação da Gnova, e conta com roteiro de Adriana Falcão, roteirista da série “A Grande Família” da Rede Globo. A direção é de Rodrigo Meirelles.

Veja os episódios já publicados em: www.oquequeeisso.com.br

Online supera soma de TV, rádio e cinema nos EUA

sábado, 19 de julho de 2008

Mas vale ressaltar que o estudo da Outsell considera os investimentos das empresas em seus websites como marketing, o que acaba elevando os orçamentos de marketing e publicidade no online de US$ 40,2 bilhões para US$ 105,3 bilhões.

Por Meio & Mensagem: 16/07/2008 – 16:50

Assim como diversos outros estudos têm apontado nos últimos meses, os investimentos em publicidade internet nos Estados Unidos, segundo , de acordo com o terceiro relatório anual da companhia de pesquisas Outsell, crescerão numa proporção muito maior do que em TV, jornais e rádio, na ordem de 12%.

Mas esta pesquisa, que considera os investimentos das empresas em seus websites como marketing, aponta também, sob esta metodologia, que o marketing e a publicidade no online já atingiram US$ 105,3 bilhões, contra US$ 98,5 bilhões previstos para TV, Rádio e Cinema somados.

Sem os websites, que representam quase 62% do budgets para marketing e publicidade das companhias norte-americanas, o valor cairia para US$ 40,2 bilhões.

No geral, segundo a Outsell, os investimentos em publicidade e marketing nos Estados Unidos crescerão 3,9% em 2008, alcançando US$ 412,4 bilhões, sendo que somente a publicidade será responsável por US$ 249,1 bilhões. O dado representa um declínio em relação à alta de 5,8 observada em 2007 em relação ao período anterior.

A pesquisa é baseada nos relatórios de investimentos para 2008 de 1088 anunciantes.

Fonte: MM Online

Microsoft adquire ferramenta de busca

quinta-feira, 3 de julho de 2008

A empresa parece firme nas intenções de investir no mercado dominado pelo Google, ao comprar por cerca US$ 100 milhões a Powerset e seu mecanismo de busca.

A Microsoft anunciou que está adquirindo a Powerset, empresa que atua no mercado de ferramentas de busca. Embora não tenha revelado o valor, crê-se que tenha atingido algo em torno de US$ 100 milhões, segundo o Brand Republic. É mais uma mostra que a empresa insistirá no negócio de buscas, para tentar enfrentar o Google, mesmo após o Yahoo ter rejeitado uma proposta de compra há cerca de um mês.

A gigante propaga que o mecanismo da Powerset pode produzir resultados mais relevantes do que a ferramenta do Google, pois não se restringe à busca de palavras-chave nas páginas, mas também separa e ‘entende’ a sentença inteira.

Neste ano, a participação da Microsoft no mercado norte-americano (dados até maio) havia caído de 7,6% para 5,9%, contra uma expansão do Google de 65,1% para 68,3%.

Fonte: Meio e Mensagem

Resolução sobre uso da web nas eleições é questionada

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Deputados federais vão pedir ao TSE a revisão de regras que restringem as campanhas eleitorais às páginas oficiais dos candidatos

A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que restringe o uso da internet na campanha eleitoral às páginas oficiais dos candidatos vem gerando polêmica entre políticos, consultores políticos, profissionais de mídia e judiciário. A regra imposta pelo TSE não é clara e dá margem a interpretações. Ela foi tema de um debate que aconteceu aconteceu nesta terça-feira, 1º, na Comissão de Ciência e tecnologia da Câmara dos Deputados.

A medida, que vem sendo chamada de censura por provedores de internet e por consultores políticos, será questionada por um grupo de parlamentares. Segundo o deputado federal Julio Semeghini (PSDB-SP), a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara solicitará audiência com o presidente do TSE, Carlos Aires Britto, para pedir a revogação da resolução. Semeghini afirmou que não há necessidade de regulamentar a propaganda política dentro do ambiente virtual. “É um erro grave e precisamos protestar contra isso”, declarou Semeghini ao informar que deputados irão ao tribunal falar sobre a resolução.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli, o Congresso Nacional foi omisso ao deixar uma lacuna na legislação eleitoral possibilitando ao Judiciário fazer interpretações como essa da internet. Ele defendeu a edição de uma lei atualizada para regrar as eleições no País.

Para Manhanelli, está na hora de os políticos ouvirem os seus eleitores e, segundo ele, a internet é o melhor caminho para dar oportunidade de o povo falar. “Um veículo interativo com uma página estática, que interatividade é essa? Então, eu não preciso de internet para fazer campanha eleitoral”, comentou.

O presidente do portal IG, Caio Túlio Costa, destacou que a restrição das campanhas às páginas oficiais se caracteriza como uma interferência na natureza do homem de dialogar. Costa afirmou que a medida retira do brasileiro a oportunidade de interagir com os candidatos, o que se caracteriza como uma asfixia ao direito de se comunicar. “Só falta o TSE proibir que vizinhos conversem ou que os motoristas de táxi emitam opinião sobre candidatos”, disse.

Por Alexandra Bicca, no Meio e Mensagem

Google oferecerá medidor de audiência

quarta-feira, 2 de julho de 2008

A empresa deve lançar uma ferramenta gratuita que medirá a utilização da internet e os websites visitados, para concorrer com as ferramentas comScore e Nielsen Online

O Google deve lançar nesta terça-feira, 24, um novo serviço que mede o uso da internet, com o objetivo de ajudar os publicitários a encontrar os melhores lugares para comprar anúncios online ao dizer-lhes quais websites seu público-alvo visita.

A abordagem do Google pode representar uma grande ameaça aos modelos atuais de monitoramento do uso da internet, dizem executivos da área de publicidade. As duas firmas de medição de rede que dominam o mercado (comScore e Nielsen Online) baseiam seus dados principalmente em painéis e sondagens, que os críticos dizem ser inconsistentes e incompletos.

O novo serviço se baseará principalmente em dados de servidores da web e será oferecido gratuitamente aos profissionais de marketing.

Com informações do The Wall Street Journal.

Publicado no Meio e Mensagem

Sites da internet poderão ter outras extensões

terça-feira, 24 de junho de 2008

O Icann, órgão gestor da internet, deverá permitir que os internautas criem extensão de endereços na web com nome diversos. Assim, poderíamos ter o .cocacola e o .google, dentre outros

O Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), órgão gestor da internet, pensa em abrir a possibilidade de que internautas criem a extensão de um endereço na web com o nome que quiserem.

‘Além das extensões .com, .net ou .org, a partir do primeiro trimestre de 2009, os 1,3 bilhão de internautas poderão adquirir endereços genéricos, utilizando palavras como .love, ou ainda nomes próprios’, declarou o presidente do Icann, Paul Twomey, em uma entrevista ao jornal econômico francês Les Echos.

Atualmente, estão contabilizados 162 milhões de nomes, dos quais mais da metade utilizando .net e .com, num total de cerca de 250 extensões.

Isso fará com que os grandes grupos e as cidades possam ter sua própria extensão, como .google ou .saopaulo. Até agora, alguns contornavam o sistema: numerosas empresas baseadas em Los Angeles assinaram um acordo com as autoridades do Laos para utilizar o .la, por exemplo.

Outra novidade é a chance de se autorizar os endereços em caracteres não latinos, por exemplo, em chinês, ou em árabe. “Testamos 15 línguas para que funcionem com os navegadores da Mozilla, da Microsoft e da Apple”, disse Twomey.

Fonte: Meio e Mensagem